Dúvidas
Reunimos aqui as perguntas mais comuns que recebemos no consultório. As respostas são informativas e não substituem a avaliação médica.
O que faz um mastologista?
O mastologista é o médico especialista nas doenças da mama, benignas e malignas. Ele orienta a prevenção e o rastreamento, investiga nódulos e alterações em exames, faz biópsias e cirurgias e acompanha a paciente durante e depois do tratamento. Homens também podem ser atendidos pelo mastologista.
A partir de que idade devo fazer mamografia?
Desde 2025, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Entre 40 e 49 anos, o exame pode ser feito por decisão da mulher junto com o médico. As sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Mastologia, recomendam a mamografia anual a partir dos 40 anos. Mulheres com risco aumentado podem precisar começar antes. A indicação para o seu caso é definida na consulta.
Encontrei um nódulo na mama. É câncer?
A maioria dos nódulos mamários é benigna, como cistos e fibroadenomas. Ainda assim, todo nódulo novo deve ser avaliado por um médico, que vai examinar a mama e, se necessário, pedir exames de imagem ou uma biópsia para confirmar o diagnóstico.
Dor na mama é sinal de câncer?
Na maioria dos casos, não. A dor mamária costuma estar ligada ao ciclo menstrual, a alterações hormonais ou a causas musculares. Dor persistente, localizada em um ponto ou acompanhada de nódulo, alteração na pele ou secreção deve ser avaliada.
O autoexame substitui a mamografia?
Não. Conhecer as próprias mamas ajuda a perceber mudanças e procurar atendimento mais cedo, mas a mamografia consegue identificar lesões muito pequenas, que ainda não podem ser sentidas pelo toque.
Quem tem prótese de silicone pode fazer mamografia?
Pode e deve, nas mesmas indicações das demais mulheres. Informe à equipe do exame que você tem prótese: são feitas incidências específicas para avaliar o tecido mamário com segurança. Em alguns casos, o médico pode complementar com ultrassonografia ou ressonância magnética.
Tenho casos de câncer de mama na família. O que muda para mim?
O histórico familiar pode aumentar o risco, principalmente quando há parentes de primeiro grau afetados, casos em idade jovem, câncer de ovário ou câncer de mama em homens na família. Nessas situações, o rastreamento pode começar mais cedo, incluir outros exames e, em alguns casos, envolver aconselhamento genético. Leve essas informações para a consulta.
Homens podem ter câncer de mama?
Sim, embora seja raro, cerca de 1% dos casos. Homens que notarem nódulo, retração do mamilo ou secreção devem procurar avaliação médica.
O que devo levar na primeira consulta?
Documento com foto, carteirinha do convênio, exames de mama anteriores (com imagens e laudos), resultados de biópsias, se houver, e a lista dos medicamentos que você usa. Anote também os casos de câncer na família e com que idade ocorreram.
A clínica atende convênios?
Sim. A lista de convênios atendidos está na página de Contato. Como a cobertura pode mudar, confirme com a recepção no momento do agendamento.
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