Acolhimento e mobilização: o papel das associações de pacientes na jornada oncológica
A voz isolada de um paciente é um apelo; a voz uníssona de dezenas de associações organizadas é uma força indutora de políticas públicas
O Instituto de Mama do Piauí – Mastoclínica concentra em um só lugar a avaliação clínica, a orientação sobre exames, os procedimentos diagnósticos e o tratamento cirúrgico das doenças da mama. Cada paciente é acompanhada pelo mesmo médico em todas as etapas.
Consulta de rotina, orientação sobre rastreamento e acompanhamento de mulheres com risco aumentado para câncer de mama.
Avaliação de nódulos, alterações em exames de imagem, dor e secreção mamária, com indicação e realização de biópsias quando necessário.
Cirurgias para lesões benignas e malignas da mama, reconstrução mamária e seguimento após o tratamento.
Mastologista, bioeticista, escritor e empreendedor social na causa do câncer de mama.
CRM-PI 1683, RQE 98
Universidade Federal do Piauí (UFPI), Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas pela Saúde da Mama (FEMAMA) e Fundação Maria Carvalho Santos
Conheça a trajetóriaNo consultório, a mama também aparece em esculturas: como origem, como cuidado e como força. São peças que acompanham o dia a dia de quem passa por aqui.
Prazos, coberturas e benefícios para quem recebe o diagnóstico de câncer de mama.
Notícias e dicas de saúde da mama.
A voz isolada de um paciente é um apelo; a voz uníssona de dezenas de associações organizadas é uma força indutora de políticas públicas
Coordenada pelo professor Luiz Ayrton, obra reúne 1.390 páginas e apresenta um panorama da evolução da medicina no Piauí, desde os primórdios na Serra da Capivara…
· Prevenção
O que mudou nas recomendações do Ministério da Saúde, o que dizem as sociedades médicas e quando é preciso começar antes dos 40.
Respostas curtas para as perguntas mais comuns. Elas não substituem a consulta.
Ver todas as dúvidasO mastologista é o médico especialista nas doenças da mama, benignas e malignas. Ele orienta a prevenção e o rastreamento, investiga nódulos e alterações em exames, faz biópsias e cirurgias e acompanha a paciente durante e depois do tratamento. Homens também podem ser atendidos pelo mastologista.
Desde 2025, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Entre 40 e 49 anos, o exame pode ser feito por decisão da mulher junto com o médico. As sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Mastologia, recomendam a mamografia anual a partir dos 40 anos. Mulheres com risco aumentado podem precisar começar antes. A indicação para o seu caso é definida na consulta.
A maioria dos nódulos mamários é benigna, como cistos e fibroadenomas. Ainda assim, todo nódulo novo deve ser avaliado por um médico, que vai examinar a mama e, se necessário, pedir exames de imagem ou uma biópsia para confirmar o diagnóstico.
Na maioria dos casos, não. A dor mamária costuma estar ligada ao ciclo menstrual, a alterações hormonais ou a causas musculares. Dor persistente, localizada em um ponto ou acompanhada de nódulo, alteração na pele ou secreção deve ser avaliada.
Não. Conhecer as próprias mamas ajuda a perceber mudanças e procurar atendimento mais cedo, mas a mamografia consegue identificar lesões muito pequenas, que ainda não podem ser sentidas pelo toque.
Pode e deve, nas mesmas indicações das demais mulheres. Informe à equipe do exame que você tem prótese: são feitas incidências específicas para avaliar o tecido mamário com segurança. Em alguns casos, o médico pode complementar com ultrassonografia ou ressonância magnética.
Rua Gov. Tibério Nunes, 365 – Ilhotas, Teresina/PI – CEP 64014-050